Você já se sentiu pressionada, tentando ser uma clean girl durante essa era? Pois 2025 chegou pra mudar tudo.
Você sabia que estamos vivendo o renascimento da ousadia na moda? É o fim de uma era minimalista e esposição baixa na sua câmera, o adeus a estética clean girl e a volta do maximalismo, uma tendência que celebra a individualidade e a extravagância.
Só que, pra entender um pouco mais sobre essa mudança, a gente tem que olhar pra história e o que ela nos ensina sobre os ciclos da moda. O movimento clean girl surgiu lá em 2020, influenciado pelo skinmalism, ou seja, o minimalismo focado não apenas nas roupas, mas também na beleza e no autocuidado.
Ele prosperou num cenário global caótico, onde o desejo pela simplicidade refletia a busca pelo controle e calmaria. Marcas como The Row traduziram isso em peças neutras e atemporais, enquanto isso, o TikTok popularizava o conceito em rotinas perfeitas, pele iluminada e penteados impecáveis e 90% das it girls se encaixavam nessa estética.
Isso gerava um desejo enorme ao redor desse universo mas, como na moda tudo é cíclico, essa fase deu espaço ao maximalismo. Estúdios de tendências mostram que, após períodos de recessão ou crise, a moda tende a abraçar o exagero. Foi assim na década de 80, após a crise do petróleo, e está sendo assim agora, no pós-pandemia. É o mesmo fenômeno acontecendo.
As pessoas estão buscando diversão, expressão e identidade através das vestimentas. Marcas como Gucci e Schiaparelli, com seus designs surreais, têm sido grandes expoentes desse movimento.
O maximalismo não é apenas estético, mas também emocional, traduz um desejo latente de autenticidade, em que cada peça carrega uma história ou memória. Claro, a gente não pode esquecer da diva Iris Apfel, um ícone eterno dessa tendência que deixou a lição de que a autenticidade não tem idade.
Mas lembre-se, o segredo está na autoconfiança de usar aquilo que te representa.
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